// API callback
related_results_labels_thumbs({"version":"1.0","encoding":"UTF-8","feed":{"xmlns":"http://www.w3.org/2005/Atom","xmlns$openSearch":"http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/","xmlns$blogger":"http://schemas.google.com/blogger/2008","xmlns$georss":"http://www.georss.org/georss","xmlns$gd":"http://schemas.google.com/g/2005","xmlns$thr":"http://purl.org/syndication/thread/1.0","id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-11875602"},"updated":{"$t":"2020-01-02T10:18:05.176+00:00"},"category":[{"term":"música"},{"term":"porto"},{"term":"cinema"},{"term":"sufragista"},{"term":"filme"},{"term":"portugal"},{"term":"cidades"},{"term":"poemário"},{"term":"years"},{"term":"mec"},{"term":"padrão"},{"term":"meninas"},{"term":"ilustrar"},{"term":"memória do quotidiano"},{"term":"comércio"},{"term":"lisboa"},{"term":"tricot"},{"term":"comida"},{"term":"livro"},{"term":"birthday"},{"term":"suécia"},{"term":"pão"},{"term":"mãe"},{"term":"tipografia"},{"term":"arte"},{"term":"casa"},{"term":"mariamélia"},{"term":"pincel"},{"term":"gatas"},{"term":"crochet"},{"term":"coleções"}],"title":{"type":"text","$t":"sufragista"},"subtitle":{"type":"html","$t":""},"link":[{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#feed","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/feeds\/posts\/default"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/-\/mem%C3%B3ria+do+quotidiano?alt=json-in-script\u0026max-results=6"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/search\/label\/mem%C3%B3ria%20do%20quotidiano"},{"rel":"hub","href":"http://pubsubhubbub.appspot.com/"},{"rel":"next","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/-\/mem%C3%B3ria+do+quotidiano\/-\/mem%C3%B3ria+do+quotidiano?alt=json-in-script\u0026start-index=7\u0026max-results=6"}],"author":[{"name":{"$t":"sufragista"},"uri":{"$t":"http:\/\/www.blogger.com\/profile\/03430449942551113706"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$image":{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail","width":"32","height":"32","src":"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-nsoTae4alfc\/UIUk-0DT98I\/AAAAAAAABC0\/mcnGyL4wTNo\/s220\/sufragista-250.png"}}],"generator":{"version":"7.00","uri":"http://www.blogger.com","$t":"Blogger"},"openSearch$totalResults":{"$t":"18"},"openSearch$startIndex":{"$t":"1"},"openSearch$itemsPerPage":{"$t":"6"},"entry":[{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-11875602.post-7263841413825631756"},"published":{"$t":"2018-07-06T18:45:00.001+01:00"},"updated":{"$t":"2018-07-22T17:40:06.641+01:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"memória do quotidiano"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"porto"}],"title":{"type":"text","$t":"Memória do quotidiano"},"content":{"type":"html","$t":"\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003C\/div\u003E\u003Ctable cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" class=\"tr-caption-container\" style=\"float: left; text-align: center;\"\u003E\u003Ctbody\u003E\u003Ctr\u003E\u003Ctd style=\"text-align: center;\"\u003E\u003Ca href=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-iXDMUC3DxMc\/WyaX-HMMMbI\/AAAAAAAADp8\/OJR-7B80ItQlDzGX9LICqV0xB0pLV92igCEwYBhgL\/s1600\/IMG_2919-ontem%2Bcopy.jpg\" imageanchor=\"1\" style=\"margin-left: auto; margin-right: auto;\"\u003E\u003Cimg border=\"0\" data-original-height=\"1068\" data-original-width=\"1600\" src=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-iXDMUC3DxMc\/WyaX-HMMMbI\/AAAAAAAADp8\/OJR-7B80ItQlDzGX9LICqV0xB0pLV92igCEwYBhgL\/s1600\/IMG_2919-ontem%2Bcopy.jpg\" \/\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/td\u003E\u003C\/tr\u003E\u003Ctr\u003E\u003Ctd class=\"tr-caption\" style=\"text-align: center;\"\u003E\u003Cspan style=\"background-color: white; color: #545454; font-family: \u0026quot;arial\u0026quot; , sans-serif; font-size: x-small; text-align: left; white-space: nowrap;\"\u003E©\u0026nbsp;\u003C\/span\u003EEspólio Fotográfico Português. Armazéns do Anjo (Sucursal), 1939.\u0026nbsp;\u003Cb\u003EPassado\u003C\/b\u003E\u003C\/td\u003E\u003C\/tr\u003E\u003C\/tbody\u003E\u003C\/table\u003EDurante o ano de 2011, \u0026nbsp;produzi uma \u003Ca href=\"https:\/\/ria.ua.pt\/handle\/10773\/7601?mode=full\" target=\"_blank\"\u003Edissertação de mestrado\u003C\/a\u003E\u0026nbsp;sobre o comércio tradicional do Porto — mais concretamente sobre hipóteses da sua regeneração urgente, através da valorização do seu património simbólico. Estou muito consciente da desatualização da maioria do conteúdo deste trabalho, mesmo em relação às suas conclusões, que hoje me parecem só \u003Ci\u003Einocentes\u003C\/i\u003E. Mas a dose de trabalho paralelo que desenvolvi, não só para ilustrar a tese, mas para motivar toda a investigação, merece uma divulgação pública, nem que seja pela diversão do exercício a que me propus.\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003ENão é uma novidade: contrapor imagens do início do século passado e imagens do início deste século, num \"antes\" e \"depois\" ao comparar os mesmíssimo lugares. No (centro do) Porto, esse é um exercício que dá arrepios, pela forma como a cidade manteve a sua estrutura urbana quase intacta nos últimos 200 anos. Mas isso já não é verdade no que diz respeito aos negócios da cidade. As lojas que se perderam e ganharam, estão incrivelmente documentadas \u003Ca href=\"http:\/\/www.bulhosa.pt\/livro\/lojas-do-porto-luis-aguiar-branco\/\" target=\"_blank\"\u003Enestes volumes,\u003C\/a\u003E editados precisamente na altura em que terminava o meu projeto.\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003EMas não era de revivalismos, ou saudosismos que eu queria ter falado naquele trabalho: apenas de sensibilidade. E as coisas sensíveis nem sempre têm argumentos científicos. Foi dessa dificuldade, de passar de um argumento que era sensível, a um argumento que pudesse ser \u003Ci\u003Earguível\u003C\/i\u003E (numa defesa de dissertação) que me desviei do objetivo que tinha para esse estudo. Felizmente atualizei-o, acabando por estudar as novas fórmulas de um novo comércio que estava a emergir na cidade. De lado ficaram uma dezenas de fotografias que documentavam esse antes e depois, de dezenas de lojas da cidade do Porto. Para mim era a documentação de uma perda; de como os símbolos de uma era haviam sido banidos, eliminados e esquecidos. A arqueologia gráfica por si só não me interessa: criar um museu daquilo que a cidade escolheu esquecer parece-me muito como um exercício de estilo. Mas criar fórmulas arquitetónicas e de design que possam integrar ou reintegrar estes símbolos na paisagem da cidade parece-me sempre um exercício muito mais rico — e tão mais difícil de imaginar.\u003Cbr \/\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Ctable cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" class=\"tr-caption-container\" style=\"float: left; margin-right: 1em; text-align: left;\"\u003E\u003Ctbody\u003E\u003Ctr\u003E\u003Ctd style=\"text-align: center;\"\u003E\u003Ca href=\"https:\/\/2.bp.blogspot.com\/-710HMxdbbwc\/WyaX-PfU6ZI\/AAAAAAAADqA\/skyD1wSr3pIW3oGfte86qRbFG49tTnH8wCEwYBhgL\/s1600\/IMG_2919-hoje%2Bcopy.jpg\" imageanchor=\"1\" style=\"clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;\"\u003E\u003Cimg border=\"0\" data-original-height=\"1068\" data-original-width=\"1600\" src=\"https:\/\/2.bp.blogspot.com\/-710HMxdbbwc\/WyaX-PfU6ZI\/AAAAAAAADqA\/skyD1wSr3pIW3oGfte86qRbFG49tTnH8wCEwYBhgL\/s1600\/IMG_2919-hoje%2Bcopy.jpg\" \/\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/td\u003E\u003C\/tr\u003E\u003Ctr\u003E\u003Ctd class=\"tr-caption\" style=\"text-align: center;\"\u003EArmazéns do Anjo, 2011.\u0026nbsp;\u003Cb\u003EPresente\u003C\/b\u003E\u003C\/td\u003E\u003C\/tr\u003E\u003C\/tbody\u003E\u003C\/table\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cbr \/\u003EHoje este exercício parece-me tão mais pertinente do que quando o fiz. Elaborei-o nesse ano para uma submissão ao \u003Ca href=\"http:\/\/entipografia.web.ua.pt\/\"\u003EII Encontro Nacional de Tipografia\u003C\/a\u003E. Segundo o texto que produzi então: \"Pretendeu-se materializar, por imagens, uma viajem no tempo na cidade do Porto, pelo seu comércio tradicional. Descobrir o que aconteceu a este tipo de comércio, o que aconteceu à cidade e de que forma é resgatável o potencial da memória de uma época (primeira metade do séc. XX) que marcou definitivamente o seu desenho.\"\u003Cbr \/\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cdiv\u003EEstas imagens parecem-me hoje mais interessantes, como experiência visual, pelo exercício temporal, e pela ideia como o apresentei: com a adição de uma terceira imagem que representa o futuro, na sobreposição das imagens do passado e do presente:\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\"No processo de análise e tratamento das imagens, pareceu-me mais interessante que a visualização lado a lado, do “antes e depois” — ou do “ontem” e “hoje” (…), a visualização \u0026nbsp;da sobreposição das duas, como se tratasse de uma dupla exposição fotográfica do passado e do presente — imagem à qual, quase instintivamente, intitulei de “futuro”. Se realmente o futuro é moldado no “hoje” quotidiano, ele deverá, à luz dos novos paradigmas da nossa era, ser pensado também com base na herança da tradição. A cidade contemporânea não deverá conter apenas a imagem de um passado renovado, mas de um presente com memória, que saiba reinterpretar-se à luz das tradições, adicionando significados à sua identidade presente.\"*\u0026nbsp;\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Ctable align=\"center\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" class=\"tr-caption-container\" style=\"margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;\"\u003E\u003Ctbody\u003E\u003Ctr\u003E\u003Ctd style=\"text-align: center;\"\u003E\u003Ca href=\"https:\/\/3.bp.blogspot.com\/-61Y-kxSOpYE\/WyaYHoZZMqI\/AAAAAAAADqE\/u1pwsm0SOmUxHfDWnDWrBJcn2ujr6VNegCEwYBhgL\/s1600\/IMG_2919-futuro1.jpg\" imageanchor=\"1\" style=\"margin-left: auto; margin-right: auto;\"\u003E\u003Cimg border=\"0\" data-original-height=\"1067\" data-original-width=\"1600\" src=\"https:\/\/3.bp.blogspot.com\/-61Y-kxSOpYE\/WyaYHoZZMqI\/AAAAAAAADqE\/u1pwsm0SOmUxHfDWnDWrBJcn2ujr6VNegCEwYBhgL\/s1600\/IMG_2919-futuro1.jpg\" \/\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/td\u003E\u003C\/tr\u003E\u003Ctr\u003E\u003Ctd class=\"tr-caption\" style=\"text-align: center;\"\u003EArmazéns do Anjo (Sucursal). \u003Cb\u003EFuturo\u003C\/b\u003E\u003C\/td\u003E\u003C\/tr\u003E\u003C\/tbody\u003E\u003C\/table\u003E\u003Cdiv\u003ESe bem que a utilização do termo \"tradição\" é um pouco dúbia em relação ao que hoje considero que seja importante nesse conceito, de forma geral este texto ainda corresponde ao objetivo inicial desta pesquisa: a busca de um argumento (visual, gráfico, mas também histórico, patrimonial e simbólico) para essa regeneração do comércio tradicional do Porto, e da própria identidade do território.\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/feeds\/7263841413825631756\/comments\/default","title":"Enviar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/07\/memoria-do-quotidiano.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/7263841413825631756"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/7263841413825631756"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/07\/memoria-do-quotidiano.html","title":"Memória do quotidiano"}],"author":[{"name":{"$t":"sufragista"},"uri":{"$t":"http:\/\/www.blogger.com\/profile\/03430449942551113706"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$image":{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail","width":"32","height":"32","src":"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-nsoTae4alfc\/UIUk-0DT98I\/AAAAAAAABC0\/mcnGyL4wTNo\/s220\/sufragista-250.png"}}],"media$thumbnail":{"xmlns$media":"http://search.yahoo.com/mrss/","url":"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-iXDMUC3DxMc\/WyaX-HMMMbI\/AAAAAAAADp8\/OJR-7B80ItQlDzGX9LICqV0xB0pLV92igCEwYBhgL\/s72-c\/IMG_2919-ontem%2Bcopy.jpg","height":"72","width":"72"},"thr$total":{"$t":"0"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-11875602.post-7457179607176455583"},"published":{"$t":"2018-06-15T18:20:00.003+01:00"},"updated":{"$t":"2018-07-22T18:14:31.102+01:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"cidades"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"memória do quotidiano"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"porto"}],"title":{"type":"text","$t":"Armazéns dos Clérigos"},"content":{"type":"html","$t":"\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003Ca href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/Bj2xdVXAekl\/?taken-by=sufragista\" target=\"_blank\"\u003E\u003Cimg border=\"0\" data-original-height=\"1080\" data-original-width=\"1080\" src=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-RcERjiUrnyk\/WyPQWTlj2wI\/AAAAAAAADpQ\/eDfJlnJ9mFg6Z3DFb3kTF9J0BBgYkgb1ACLcBGAs\/s1600\/35063600_10213798551210617_2601163813730385920_o.jpg\" \/\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: left;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: left;\"\u003EHá sete anos fotografei a minha cidade como nunca, calcorreei ruas, e até pedi ajuda ao meu pai para descobrir moradas. A motivação era uma \u003Ca href=\"http:\/\/ria.ua.pt\/handle\/10773\/7601\" target=\"_blank\"\u003Edissertação\u003C\/a\u003E de mestrado, e uma atração desmedida pelo Porto que descobri no arquivo do \u003Ca href=\"http:\/\/www.espoliofotograficoportugues.pt\/\" target=\"_blank\"\u003EEspólio Fotográfico Português\u003C\/a\u003E — coleção que até então desconhecia.\u003C\/div\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Ca name='more'\u003E\u003C\/a\u003E\u003Cbr \/\u003EMais tarde percebi tratar-se de uma coleção privada de milhares de imagens do Porto e do Norte de Portugal, que pertence à famosa empresa Douro Azul. Foi aliás aos escritórios dessa empresa que me dirigi para levantar um CD-rom que me foi cedido com as imagens que pretendia, com resolução original e sem marca de água — uma vez que se tratava de um projeto académico. Através do site, que é de consulta pública, descobri centenas de imagens de frentes e interiores de dezenas de lojas do século passado, em locais ainda tão familiares: alguns por onde passava todos os dias. Até redesenhei alguns desses letreiros, que incluí num cartaz submetido ao \u003Ca href=\"http:\/\/entipografia.web.ua.pt\/\" target=\"_blank\"\u003EII Encontro Nacional de Tipografia\u003C\/a\u003E.\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003ENessa altura estava longe de imaginar que alguma destas pérolas gráficas ia ver de novo a luz do dia. Há alguns dias, enquanto descia a Rua dos Clérigos, parei instantaneamente em frente a este letreiro. A \u003Ca href=\"http:\/\/mitrika.blogspot.com\/\" target=\"_blank\"\u003EAlexandra\u003C\/a\u003E, que me acompanhava (num percurso pela baixa em busca de materiais para a\u0026nbsp;\u003Ca href=\"http:\/\/www.mariamelia.com\/\" target=\"_blank\"\u003EMariamélia\u003C\/a\u003E), parou também, pronta a fotografar aquele letreiro que nunca tínhamos visto antes (quem nos conhece, está a par do hábito de sacar da máquina ou do telefone para fotografar pormenores dos sítios que visitamos, mesmo na nossa cidade). Acho que nos perguntamos logo se aquilo sempre esteve ali: não tínhamos memória de alguma vez termos visto aquele letreiro, mesmo no final da Rua dos Clérigos.\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Ctable align=\"center\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" class=\"tr-caption-container\" style=\"margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;\"\u003E\u003Ctbody\u003E\u003Ctr\u003E\u003Ctd style=\"text-align: center;\"\u003E\u003Cspan style=\"margin-left: auto; margin-right: auto;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/www.espoliofotograficoportugues.pt\/Default.aspx?ID=10\u0026amp;ProductID=PROD2128072\" target=\"_blank\"\u003E\u003Cimg border=\"0\" data-original-height=\"667\" data-original-width=\"1000\" src=\"https:\/\/2.bp.blogspot.com\/-vqK9uHyR0tY\/WyPZ2VH3BII\/AAAAAAAADpc\/iUq9BuA0pE8gyHLgQcCZ3mkmUqMKLa0fwCEwYBhgL\/s1600\/IMG_3147-ontem.jpg\" \/\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/span\u003E\u003C\/td\u003E\u003C\/tr\u003E\u003Ctr\u003E\u003Ctd class=\"tr-caption\" style=\"text-align: center;\"\u003EEspólio Fotográfico Português — Camisaria A Nova Pernambucana, 1946\u003C\/td\u003E\u003C\/tr\u003E\u003C\/tbody\u003E\u003C\/table\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Ctable align=\"center\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"0\" class=\"tr-caption-container\" style=\"margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;\"\u003E\u003Ctbody\u003E\u003Ctr\u003E\u003Ctd style=\"text-align: center;\"\u003E\u003Ca href=\"https:\/\/4.bp.blogspot.com\/-4GlVJDXAEeM\/WyPZ2amiTlI\/AAAAAAAADpg\/BeGPhbksRUc58AUZBymqUDc7K2GJWdVaACLcBGAs\/s1600\/IMG_3147-hoje.jpg\" imageanchor=\"1\" style=\"margin-left: auto; margin-right: auto;\"\u003E\u003Cimg border=\"0\" data-original-height=\"667\" data-original-width=\"1000\" src=\"https:\/\/4.bp.blogspot.com\/-4GlVJDXAEeM\/WyPZ2amiTlI\/AAAAAAAADpg\/BeGPhbksRUc58AUZBymqUDc7K2GJWdVaACLcBGAs\/s1600\/IMG_3147-hoje.jpg\" \/\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/td\u003E\u003C\/tr\u003E\u003Ctr\u003E\u003Ctd class=\"tr-caption\" style=\"text-align: center;\"\u003EConfeitaria dos Clérigos (e Talho dos Clérigos), 2011\u003C\/td\u003E\u003C\/tr\u003E\u003C\/tbody\u003E\u003C\/table\u003E\u003Cbr \/\u003EMas só depois de muito rever a imagem que publiquei recentemente no \u003Ca href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/Bj2xdVXAekl\/?taken-by=sufragista\" target=\"_blank\"\u003EInstagram\u003C\/a\u003E, é que me apercebi que já “conhecia” aquele letreiro — os S's \"metaleiros (como a \u003Ca href=\"http:\/\/aervilhacorderosa.com\/\" target=\"_blank\"\u003ERosa\u003C\/a\u003E tão bem os descreveu num comentário à fotografia) chamaram-me a atenção para um pormenor que eu já havia desenhado antes. Com uma pesquisa pelos meus ficheiros da tese de mestrado facilmente encontrei uma das muita imagens que procurei no site do \u003Ca href=\"http:\/\/www.espoliofotograficoportugues.pt\/Default.aspx?ID=10\u0026amp;ProductID=PROD2128072\" target=\"_blank\"\u003EEspólio Fotográfico Português\u003C\/a\u003E: foi tirada neste mesmo sítio, mais precisamente uns metros ao lado, onde hoje fica a Confeitaria dos Clérigos, e onde, no ano de 1946 ficava a Camisaria \"A Nova Pernambucana\" — confirmada a existência pelo meu pai, que se recorda ainda desse estabelecimento de nome exótico (certamente um negócio de um \"Brasileiro\").\u003Cbr \/\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003EUma rápida \u003Ca href=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/uv?hl=pt-PT\u0026amp;pb=!1s0xd2464e24d6e1917:0xaa9b3822f3f7464c!2m22!2m2!1i80!2i80!3m1!2i20!16m16!1b1!2m2!1m1!1e1!2m2!1m1!1e3!2m2!1m1!1e5!2m2!1m1!1e4!2m2!1m1!1e6!3m1!7e115!4shttps:\/\/lh5.googleusercontent.com\/p\/AF1QipORYX_Kri5pquhetppQexKZad_SXLvHc5vnFxpw%3Dw138-h160-k-no!5stalho+dos+cl%C3%A9rigos+-+Pesquisa+Google\u0026amp;imagekey=!1e10!2sAF1QipORYX_Kri5pquhetppQexKZad_SXLvHc5vnFxpw\u0026amp;sa=X\u0026amp;ved=0ahUKEwi3uaCAmNbbAhVF0RQKHeq9AtAQoioIZDAK\" target=\"_blank\"\u003Epesquisa\u003C\/a\u003E\u0026nbsp;confirmou esta tese: o talho, acabado de fechar, retirou o seu letreiro, que cobria um outro, mais antigo, do negócio que o precedera. A legenda que escrevi para a fotografia foi esta: \"Por vezes a gentrificacão revela o passado, antes de o destruir • Este letreiro passou a estar visível depois do fecho do talho, cujo letreiro cobria esta pérola dos meados do século passado.\"\u0026nbsp;\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003EHoje, sabemos de antemão que se uma loja como um talho fecha, a poucos metros da Torre dos Clérigos, será certamente para dar lugar a qualquer negócio-para-turista. Será um restaurante, um hotel ou alojamento local, não há grande esperança de uma outra fórmula. Um talho numa zona turística \"de alta-pressão\" — como é hoje em dia a baixa do Porto — é um alvo a \"engolir\": basta fazer uma proposta irrecusável por qualquer dono de loja. Aquilo que surpreende é como um vislumbre desse mundo, de há 70 anos, voltou por uns instantes, anónimo, para ser novamente aniquilado.\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003ENa senda daquilo que \u003Ca href=\"http:\/\/ria.ua.pt\/handle\/10773\/7601\" target=\"_blank\"\u003Eescrevi\u003C\/a\u003E há 7 anos atrás:\u003C\/div\u003E\u003Cblockquote class=\"tr_bq\"\u003E\"Se, por um lado houve uma descrença no valor simbólico do património histórico, por outro, nunca se desenvolveram estratégias em que a identidade nacional e regional fosse comunicada de uma forma nova e inovadora. A recorrência aos mesmo símbolos, a urgência na renovação das imagens, a vulgarização dos ícones regionais promovem um entorpecimento da memória e apenas a \u003Ci\u003Emumificação\u003C\/i\u003E dos artefactos e imagens do passado.\" *\u003C\/blockquote\u003E\u003Cblockquote class=\"tr_bq\"\u003E\"(...) como refere David Knight (2011), estas são características que tornam a cidade atractiva e desejável por ter aspectos únicos, diferenciados e aquilo que a protege de se tornar numa cidade igual a tantas outras. As suas características diferenciadas são aquelas que o turismo excessivo pode ameaçar. De acordo com o autor:\u0026nbsp;\u003Ci\u003EO Porto está num momento verdadeiramente crucial da sua história porque manteve, de certa forma, muitas coisas que outras cidades destruíram. Não está cheio de centros comerciais e estradas; os pequenos negócios e a pequena indústria ainda estão presentes. O aumento do turismo arrisca estragar isso tudo. Por exemplo, conheço designers gráficos que visitam a cidade pelos sinais incríveis que se encontram nas ruas. Não a vão visitar se o sítio se tornar asséptico, igual a todos os outros.” \u003C\/i\u003E(Porto24 (2011) “O Porto pode tornar-se uma das cidades mais excitantes da Europa” entrevista de Pedro Rios a David Knight. Porto24, Praça. Acedido em 19-08-2011, \u003Ca href=\"http:\/\/praca.porto24.pt\/2011\/08\/02\/wallpaper-city-guide-porto\" target=\"_blank\"\u003Eaqui\u003C\/a\u003E.) *\u003C\/blockquote\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cspan style=\"background-color: transparent;\"\u003E* Filipa Cruz (2011). \u003Ci\u003EO potencial da memória na valorização simbólica do comércio do Porto.\u003C\/i\u003E\u003C\/span\u003E\u003Cspan style=\"background-color: transparent;\"\u003E\u0026nbsp;Universidade de Aveiro.\u0026nbsp;\u003C\/span\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003EFica desde já prometida mais uma viagem no tempo, por imagens como estas, da pesquisa que fiz há sete anos e que continua, irremediavelmente, guardada na gaveta."},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/feeds\/7457179607176455583\/comments\/default","title":"Enviar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/06\/armazens.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/7457179607176455583"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/7457179607176455583"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/06\/armazens.html","title":"Armazéns dos Clérigos"}],"author":[{"name":{"$t":"sufragista"},"uri":{"$t":"http:\/\/www.blogger.com\/profile\/03430449942551113706"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$image":{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail","width":"32","height":"32","src":"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-nsoTae4alfc\/UIUk-0DT98I\/AAAAAAAABC0\/mcnGyL4wTNo\/s220\/sufragista-250.png"}}],"media$thumbnail":{"xmlns$media":"http://search.yahoo.com/mrss/","url":"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-RcERjiUrnyk\/WyPQWTlj2wI\/AAAAAAAADpQ\/eDfJlnJ9mFg6Z3DFb3kTF9J0BBgYkgb1ACLcBGAs\/s72-c\/35063600_10213798551210617_2601163813730385920_o.jpg","height":"72","width":"72"},"thr$total":{"$t":"0"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-11875602.post-1255910849248823776"},"published":{"$t":"2018-02-01T09:15:00.001+00:00"},"updated":{"$t":"2018-07-12T19:29:15.239+01:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"memória do quotidiano"}],"title":{"type":"text","$t":"Barro de Barcelos"},"content":{"type":"html","$t":"\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/instagram.com\/sufragista\" target=\"_blank\"\u003E\u003Cimg border=\"0\" data-original-height=\"640\" data-original-width=\"640\" src=\"https:\/\/3.bp.blogspot.com\/-YQLC9bQpMto\/WrjmNxv_xaI\/AAAAAAAADak\/OFLedBvmKV4BZxIYwQGVuLYUvB6oHwieACLcBGAs\/s1600\/26864591_403387730118667_5441750772649820160_n.jpg\" \/\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003C\/div\u003EBarcelos, janeiro 2018\u003Cbr \/\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Ca name='more'\u003E\u003C\/a\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003EUma viagem a Barcelos, a ida à feira e uma exposição inesperada sobre os Barros de Barcelos.\u003Cbr \/\u003EUma procura (constante) pelos objectos que \u003Ca href=\"http:\/\/www.mariamelia.com\/\" target=\"_blank\"\u003Enos inspiram\u003C\/a\u003E.\u003Cbr \/\u003E\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003C\/div\u003E"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/feeds\/1255910849248823776\/comments\/default","title":"Enviar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/02\/barro-de-barcelos.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/1255910849248823776"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/1255910849248823776"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/02\/barro-de-barcelos.html","title":"Barro de Barcelos"}],"author":[{"name":{"$t":"sufragista"},"uri":{"$t":"http:\/\/www.blogger.com\/profile\/03430449942551113706"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$image":{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail","width":"32","height":"32","src":"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-nsoTae4alfc\/UIUk-0DT98I\/AAAAAAAABC0\/mcnGyL4wTNo\/s220\/sufragista-250.png"}}],"media$thumbnail":{"xmlns$media":"http://search.yahoo.com/mrss/","url":"https:\/\/3.bp.blogspot.com\/-YQLC9bQpMto\/WrjmNxv_xaI\/AAAAAAAADak\/OFLedBvmKV4BZxIYwQGVuLYUvB6oHwieACLcBGAs\/s72-c\/26864591_403387730118667_5441750772649820160_n.jpg","height":"72","width":"72"},"thr$total":{"$t":"0"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-11875602.post-2811344142468016745"},"published":{"$t":"2017-11-16T23:50:00.001+00:00"},"updated":{"$t":"2019-12-14T23:29:57.895+00:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"comércio"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"memória do quotidiano"}],"title":{"type":"text","$t":"A publicidade certa"},"content":{"type":"html","$t":"\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003Ca href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/Bbkz4MPDrGi\/\" style=\"clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;\" target=\"_blank\"\u003E\u003Cimg border=\"0\" data-original-height=\"1080\" data-original-width=\"1080\" src=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-Ly8rI6Ycepw\/XfVwVP2Tg1I\/AAAAAAAAD6E\/RoVjSd_bs34WGDYy3ZmZ47sZxEAUhWw9wCLcBGAsYHQ\/s1600\/23668455_146950639393616_7617322548987953152_n.jpg\" \/\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: left;\"\u003EUm sabão que não dispenso para lavar as peças que tricoto (e todas as delicadas), e a pasta de dentes que passeia a usar. Usar português porque-sim não é a minha filosofia, prefiro usar as marcas nacionais cujos produtos são realmente bons. Visitar a mercearia da minha rua é outra sorte quando o merceeiro é tão simpático e atencioso.\u003C\/div\u003E\u003Cbr \/\u003E"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/feeds\/2811344142468016745\/comments\/default","title":"Enviar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2017\/11\/a-publicidade-certa-porto-portolovers.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/2811344142468016745"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/2811344142468016745"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2017\/11\/a-publicidade-certa-porto-portolovers.html","title":"A publicidade certa"}],"author":[{"name":{"$t":"sufragista"},"uri":{"$t":"http:\/\/www.blogger.com\/profile\/03430449942551113706"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$image":{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail","width":"32","height":"32","src":"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-nsoTae4alfc\/UIUk-0DT98I\/AAAAAAAABC0\/mcnGyL4wTNo\/s220\/sufragista-250.png"}}],"media$thumbnail":{"xmlns$media":"http://search.yahoo.com/mrss/","url":"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-Ly8rI6Ycepw\/XfVwVP2Tg1I\/AAAAAAAAD6E\/RoVjSd_bs34WGDYy3ZmZ47sZxEAUhWw9wCLcBGAsYHQ\/s72-c\/23668455_146950639393616_7617322548987953152_n.jpg","height":"72","width":"72"},"thr$total":{"$t":"0"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-11875602.post-1814365160114455665"},"published":{"$t":"2017-10-13T08:16:00.001+01:00"},"updated":{"$t":"2018-05-02T20:21:37.404+01:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"casa"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"memória do quotidiano"}],"title":{"type":"text","$t":"tesouro"},"content":{"type":"html","$t":"\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003Ca href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/BaLabXMDVzw\/?taken-by=sufragista\"\u003E\u003Cimg border=\"0\" data-original-height=\"800\" data-original-width=\"640\" src=\"https:\/\/scontent-yyz1-1.cdninstagram.com\/vp\/9866b3809816ad6e44ac5540498bd6e2\/5B625290\/t51.2885-15\/e35\/22344428_596875167102816_6018782673999233024_n.jpg\" \/\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003EDo incrível figurado de Estremoz, uma peça com mais de 20 anos, nas cores mais bonitas. Um tesouro para mim.\u003C\/div\u003E"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/feeds\/1814365160114455665\/comments\/default","title":"Enviar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2017\/10\/tesouro-estremoz-ceramica.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/1814365160114455665"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/1814365160114455665"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2017\/10\/tesouro-estremoz-ceramica.html","title":"tesouro"}],"author":[{"name":{"$t":"sufragista"},"uri":{"$t":"http:\/\/www.blogger.com\/profile\/03430449942551113706"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$image":{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail","width":"32","height":"32","src":"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-nsoTae4alfc\/UIUk-0DT98I\/AAAAAAAABC0\/mcnGyL4wTNo\/s220\/sufragista-250.png"}}],"thr$total":{"$t":"0"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-11875602.post-9059841836717096772"},"published":{"$t":"2017-07-21T17:56:00.000+01:00"},"updated":{"$t":"2018-05-02T20:30:03.054+01:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"memória do quotidiano"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"portugal"}],"title":{"type":"text","$t":"memória"},"content":{"type":"html","$t":"\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003Ca href=\"https:\/\/s-media-cache-ak0.pinimg.com\/originals\/e0\/3d\/1c\/e03d1c24f9337ac19dfca029f28b5f3d.jpg\" imageanchor=\"1\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"\u003E\u003Cimg border=\"0\" data-original-height=\"540\" data-original-width=\"800\" src=\"https:\/\/s-media-cache-ak0.pinimg.com\/originals\/e0\/3d\/1c\/e03d1c24f9337ac19dfca029f28b5f3d.jpg\" \/\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003EAquela música do Chico, \"Tanto mar\", a passar na jukebox do café Estádio. E aquela sensação estranha de não ter passado nenhum tempo, entre aquela música, a revolução, e o Portugal de 2012.\u003C\/div\u003E"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/feeds\/9059841836717096772\/comments\/default","title":"Enviar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2017\/07\/memoria.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/9059841836717096772"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/9059841836717096772"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2017\/07\/memoria.html","title":"memória"}],"author":[{"name":{"$t":"sufragista"},"uri":{"$t":"http:\/\/www.blogger.com\/profile\/03430449942551113706"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$image":{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail","width":"32","height":"32","src":"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-nsoTae4alfc\/UIUk-0DT98I\/AAAAAAAABC0\/mcnGyL4wTNo\/s220\/sufragista-250.png"}}],"thr$total":{"$t":"0"}}]}});