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Esta manifestação reuniu algumas centenas de pessoas na Praça Amor de Perdição, em frente à antiga Cadeia da Relação do Porto. No final da noite eram pouco mais de uma centena de pessoas aí concentradas. Havia uma presença discreta de dois agentes da autoridade, afastados alguns metros dos manifestantes. Quando abandonei essa zona, em direção à Cordoaria, passei junto à antiga Praça de Lisboa, onde hoje em dia existe um pequeno shopping disfarçado com um jardim de oliveiras na parte de cima. Nesse \"jardim\" — que ocupa um espaço que é público, mas também privado — havia uma concentração de público bem acima de uma centena de pessoas, muita música e ambiente de festa. Havia também muita luz (que não havia já na praça pública onde terminava agora a manifestação), e inúmeras referências gráficas a uma marca de bebidas alcoólicas. Não havia aí a presença visível de membros das autoridades, apesar da concentração de pessoas.\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cdiv\u003EEsta visão foi mais uma de muitas que me fazem repensar a ideia de espaço público, mas principalmente, da forma como o estamos a condicionar para determinadas finalidades — sempre relacionadas com a possibilidade de trocas comerciais. Seja num formato mais corporativo (neste exemplo), ou no caso das feiras de artesanato, ou nas feiras de objectos em segunda mão (das quais já participei), aquilo que pressupõe a participação individual no espaço da cidade é invariavelmente o ato de consumo, ou de troca comercial. Tendo esta prioridade, a cidade será dirigida no sentido de trocar os espaços públicos de discussão (o \u003Ci\u003EÁgora\u003C\/i\u003E) pelos espaços de reunião em torno do consumo — pela sensação de segurança, confiança e conforto que é assegurada pela privatização destes espaços públicos e semi-públicos. É uma privatização da cidade validada pelos seus cidadãos, que se demitem do seu papel político de pessoas da cidade, a \u003Ci\u003Epolis\u003C\/i\u003E, (cidadãs e cidadãos), para serem não mais que consumidores.\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/feeds\/7134744357450171400\/comments\/default","title":"Enviar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/12\/polis.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/7134744357450171400"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/7134744357450171400"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/12\/polis.html","title":"Polis"}],"author":[{"name":{"$t":"sufragista"},"uri":{"$t":"http:\/\/www.blogger.com\/profile\/03430449942551113706"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$image":{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail","width":"32","height":"32","src":"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-nsoTae4alfc\/UIUk-0DT98I\/AAAAAAAABC0\/mcnGyL4wTNo\/s220\/sufragista-250.png"}}],"media$thumbnail":{"xmlns$media":"http://search.yahoo.com/mrss/","url":"https:\/\/3.bp.blogspot.com\/-s9BdlWaAbVM\/XB_Y76Ed8CI\/AAAAAAAADwU\/AOEfgaDgOYsnKKx2tuamtLa10LvCOO3PwCLcBGAs\/s72-c\/IMG_5906.jpg","height":"72","width":"72"},"thr$total":{"$t":"0"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-11875602.post-5664317441638498216"},"published":{"$t":"2018-07-28T16:05:00.001+01:00"},"updated":{"$t":"2018-12-24T11:33:58.678+00:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"portugal"}],"title":{"type":"text","$t":"Da miscigenação"},"content":{"type":"html","$t":"\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003Ca href=\"https:\/\/3.bp.blogspot.com\/-G3Vd-yyHEww\/XCDDEGJ2OgI\/AAAAAAAADws\/15bC8YvYjX4Pxb8ihM9pqPqUwaYYLR1SgCLcBGAs\/s1600\/29416770_2052007901493244_8931375910687342592_n.jpg\" imageanchor=\"1\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"\u003E\u003Cimg border=\"0\" data-original-height=\"1080\" data-original-width=\"1080\" src=\"https:\/\/3.bp.blogspot.com\/-G3Vd-yyHEww\/XCDDEGJ2OgI\/AAAAAAAADws\/15bC8YvYjX4Pxb8ihM9pqPqUwaYYLR1SgCLcBGAs\/s1600\/29416770_2052007901493244_8931375910687342592_n.jpg\" \/\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\"(...) Vamos lá: a miscigenação existe porque o colonizador do Brasil, Portugal, misturou os seus homens brancos com as mulheres indígenas, e depois com as mulheres africanas que para lá levou à força, como escravizadas. Misturou é ao mesmo tempo um facto e um eufemismo. Facto, porque o resultado é uma mistura mesmo. Eufemismo, porque está no lugar da palavra violação: homens com poder abusando de mulheres capturadas, fossem “pegas no laço”, como se dizia das índias, fossem escravizadas, ou subjugadas de qualquer outra forma, mulheres que não estavam livres para rejeitar essa relação, muitas vezes traduzida em filhos. O colonizador não fazia estes filhos porque tinha uma abertura, uma tolerância, uma propensão para a mistura — como o luso-tropicalismo quis vender, até hoje com sucesso —, e sim porque 1) Portugal, ao contrário de outras potências coloniais, levou pouquíssimas mulheres brancas para o Novo Mundo e 2) povoar o Novo Mundo era uma das condições essenciais à colonização.\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003EAtalhando, a miscigenação nasceu da violência em massa sobre mulheres indígenas e negras. E essa violência continua a a não ser largamente reconhecida em 2018, fora da academia e de núcleos activistas. Mas qualquer debate sobre miscigenação terá de partir daí, da origem. E qualquer debate sobre miscigenação que não parta da origem vai gerar equívocos, involuntários e deliberados. Aliás, gerar equívocos tem sido um método do não-debate.\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003EA primeira violência colonial é a violência sobre o corpo das mulheres, no século XVI como em 2018. Desvalorizar a violência do que se passou com as mulheres no século XVI continua a ser uma violência para as mulheres de 2018 (e para quem quer que se interesse pela verdade). Uma forma de dizer: para quê usar a palavra violação, era assim que as coisas eram, esqueçam. Sim, era assim que as coisas eram, foi assim que as coisas foram durante séculos, é assim que as coisas continuam a ser em demasiados lugares do mundo, e é por isso é que têm de ser encaradas. Uma longa história da violência, paralela à história masculina das violências.\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003EDa violência base da miscigenação no Brasil resultaram muitos milhões de pessoas. Tantos que a cara do Brasil continua a ser morena, apesar de todo o esforço oficial de branqueamento levado a cabo por governos brasileiros, com incentivos à emigração europeia, desde a véspera da Abolição da Escravatura, em 1888. O Brasil é índio, preto, branco, mulato, caboclo, cafuzo. É o resultado de toda essa história. E a Segunda Abolição, que Caetano sempre defendeu que era necessária — volta a dizê-lo neste filme —, tem de ter todo o mundo lá, livre, ou não o será. Não será abolição. E como ela é necessária. (...)\"\u003Cbr \/\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003EAlexandra Lucas Coelho\u0026nbsp;\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003Eem \u003Ca href=\"https:\/\/24.sapo.pt\/opiniao\/artigos\/uma-das-mil-e-uma-razoes-para-amar-caetano-veloso\" target=\"_blank\"\u003EUma das mil e uma razões para amar Caetano Veloso\u003C\/a\u003E, DN\u0026nbsp;\u003C\/div\u003E"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/feeds\/5664317441638498216\/comments\/default","title":"Enviar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/07\/da-miscigenacao.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/5664317441638498216"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/5664317441638498216"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/07\/da-miscigenacao.html","title":"Da miscigenação"}],"author":[{"name":{"$t":"sufragista"},"uri":{"$t":"http:\/\/www.blogger.com\/profile\/03430449942551113706"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$image":{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail","width":"32","height":"32","src":"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-nsoTae4alfc\/UIUk-0DT98I\/AAAAAAAABC0\/mcnGyL4wTNo\/s220\/sufragista-250.png"}}],"media$thumbnail":{"xmlns$media":"http://search.yahoo.com/mrss/","url":"https:\/\/3.bp.blogspot.com\/-G3Vd-yyHEww\/XCDDEGJ2OgI\/AAAAAAAADws\/15bC8YvYjX4Pxb8ihM9pqPqUwaYYLR1SgCLcBGAs\/s72-c\/29416770_2052007901493244_8931375910687342592_n.jpg","height":"72","width":"72"},"thr$total":{"$t":"0"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-11875602.post-8811841099344851917"},"published":{"$t":"2018-06-30T12:19:00.000+01:00"},"updated":{"$t":"2018-12-24T12:20:11.714+00:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"cidades"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"portugal"}],"title":{"type":"text","$t":"Aveiro, meu amor"},"content":{"type":"html","$t":"\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003Ca href=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-zmlfhlJ-qZ4\/XCDO0LRMWKI\/AAAAAAAADw4\/1_oUx4ArhxcTnGveDyW-_BSDMo7XIg8UACLcBGAs\/s1600\/36085345_2238615253019047_3449655914682908672_n.jpg\" imageanchor=\"1\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"\u003E\u003Cimg border=\"0\" data-original-height=\"1350\" data-original-width=\"1080\" src=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-zmlfhlJ-qZ4\/XCDO0LRMWKI\/AAAAAAAADw4\/1_oUx4ArhxcTnGveDyW-_BSDMo7XIg8UACLcBGAs\/s1600\/36085345_2238615253019047_3449655914682908672_n.jpg\" \/\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cbr \/\u003EA sensação é semelhante a voltar à casa de partida, como se \"o jogo\" tivésse começado aqui. Uma parte (tão importante) da minha vida emocional passou por aqui. Um espaço do qual tenho tantas memórias diferentes, e quase sempre, agridoces, como o melhor das memórias."},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/feeds\/8811841099344851917\/comments\/default","title":"Enviar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/12\/aveiro-meu-amor.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/8811841099344851917"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/8811841099344851917"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/12\/aveiro-meu-amor.html","title":"Aveiro, meu amor"}],"author":[{"name":{"$t":"sufragista"},"uri":{"$t":"http:\/\/www.blogger.com\/profile\/03430449942551113706"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$image":{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail","width":"32","height":"32","src":"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-nsoTae4alfc\/UIUk-0DT98I\/AAAAAAAABC0\/mcnGyL4wTNo\/s220\/sufragista-250.png"}}],"media$thumbnail":{"xmlns$media":"http://search.yahoo.com/mrss/","url":"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-zmlfhlJ-qZ4\/XCDO0LRMWKI\/AAAAAAAADw4\/1_oUx4ArhxcTnGveDyW-_BSDMo7XIg8UACLcBGAs\/s72-c\/36085345_2238615253019047_3449655914682908672_n.jpg","height":"72","width":"72"},"thr$total":{"$t":"0"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-11875602.post-2237014479863729675"},"published":{"$t":"2018-05-10T12:41:00.001+01:00"},"updated":{"$t":"2018-12-24T12:42:52.286+00:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"portugal"}],"title":{"type":"text","$t":"mais respostas às (minhas) inquietações"},"content":{"type":"html","$t":"\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003Ca href=\"https:\/\/4.bp.blogspot.com\/-f9Y1M6MVFx8\/XCDUKRHM5sI\/AAAAAAAADxE\/eqogNGDsFpkS_0w-wfnfsCIyr_b0tblqQCLcBGAs\/s1600\/28436294_161764367859792_6427360408901779456_n.jpg\" imageanchor=\"1\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"\u003E\u003Cimg border=\"0\" data-original-height=\"1080\" data-original-width=\"1080\" src=\"https:\/\/4.bp.blogspot.com\/-f9Y1M6MVFx8\/XCDUKRHM5sI\/AAAAAAAADxE\/eqogNGDsFpkS_0w-wfnfsCIyr_b0tblqQCLcBGAs\/s1600\/28436294_161764367859792_6427360408901779456_n.jpg\" \/\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: justify;\"\u003E\"(...) Boa parte da minha geração acomodou-se, tornou-se conservadora. Reage mal à ideia de feminismo. Reage mal à ideia de mudar de boas maneiras, de hábitos, para acomodar minorias. Reage mal à «revelação» do papel central do nosso país nessas coisas de conquista, escravatura, etc. \u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: justify;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: justify;\"\u003EReage mal à ideia que a cultura muda. Que não se está a moralizar a cultura. A cultura que defendem contra o politicamente correcto também era uma forma muito forte de moralidade. A ideia que as mulheres são musas, objectos do desejo, etc. A ideia do génio criativo, bruto, autor, total. E homem. E outras tantas ideias feitas.\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: justify;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: justify;\"\u003EReage mal à mudança, nem sequer se pergunta se é boa ou má antes de decidir. Porquê deixar de dizer Descobrimentos? Porquê não dizer Mariconço? Porquê não associar cor de rosa a raparigas? Porquê não achar que a domesticidade é naturalmente feminina? Porquê deixou de ser o Woody Allen um humorista sofisticado para ser também um grunho? Nem sabem, nem querem sequer responder a isso. É tudo censura e ameaça e estalinismo.\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: justify;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: justify;\"\u003EO reverso da moeda é que se perde a capacidade para apreciar o que aí vem. Produz-se crítica literária a avisar que tal livro não agradará a quem não gosta do politicamente correcto. Gasta-se metade de uma crítica de cinema a denunciar a importância excessiva de um filme em termos de identidade negra, feminina, gay.\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: justify;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: justify;\"\u003EJá não foi a primeira vez nem será a última que se muda de critério, que se muda de estética, e há facções que se chocam.\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: justify;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: justify;\"\u003ELembrei-me disso tudo quando vi o \u003Ca href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=VYOjWnS4cMY\u0026amp;feature=share\" target=\"_blank\"\u003Evídeo\u003C\/a\u003E abaixo que é brilhante e calculo que totalmente incompreensível para um monte de gente, as pessoas acima sobretudo. Para elas será só mais outra infiltração do politicamente correcto.\"\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: justify;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: justify;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: justify;\"\u003Etexto do \u003Ca href=\"http:\/\/ressabiator.blogspot.com\/\"\u003EMário Moura\u003C\/a\u003E publicado em 07-05-2018 no \u003Ca href=\"https:\/\/www.facebook.com\/mario.moura.503\/posts\/10216834408875216\" target=\"_blank\"\u003EFacebook\u003C\/a\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/feeds\/2237014479863729675\/comments\/default","title":"Enviar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/05\/mais-respostas-as-minhas-inquietacoes.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/2237014479863729675"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/2237014479863729675"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/05\/mais-respostas-as-minhas-inquietacoes.html","title":"mais respostas às (minhas) inquietações"}],"author":[{"name":{"$t":"sufragista"},"uri":{"$t":"http:\/\/www.blogger.com\/profile\/03430449942551113706"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$image":{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail","width":"32","height":"32","src":"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-nsoTae4alfc\/UIUk-0DT98I\/AAAAAAAABC0\/mcnGyL4wTNo\/s220\/sufragista-250.png"}}],"media$thumbnail":{"xmlns$media":"http://search.yahoo.com/mrss/","url":"https:\/\/4.bp.blogspot.com\/-f9Y1M6MVFx8\/XCDUKRHM5sI\/AAAAAAAADxE\/eqogNGDsFpkS_0w-wfnfsCIyr_b0tblqQCLcBGAs\/s72-c\/28436294_161764367859792_6427360408901779456_n.jpg","height":"72","width":"72"},"thr$total":{"$t":"0"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-11875602.post-4199587391081425092"},"published":{"$t":"2018-05-02T11:09:00.001+01:00"},"updated":{"$t":"2019-08-26T15:46:27.147+01:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"livro"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"portugal"}],"title":{"type":"text","$t":"O racismo de Portugal"},"content":{"type":"html","$t":"\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003Ca href=\"https:\/\/scontent-gru2-1.cdninstagram.com\/vp\/c8c2b7a013f59568c917946ab4a0fc0f\/5E015102\/t51.2885-15\/e35\/29416770_2052007901493244_8931375910687342592_n.jpg?_nc_ht=scontent-gru2-1.cdninstagram.com\" imageanchor=\"1\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"\u003E\u003Cimg border=\"0\" data-original-height=\"800\" data-original-width=\"800\" height=\"640\" src=\"https:\/\/scontent-gru2-1.cdninstagram.com\/vp\/c8c2b7a013f59568c917946ab4a0fc0f\/5E015102\/t51.2885-15\/e35\/29416770_2052007901493244_8931375910687342592_n.jpg?_nc_ht=scontent-gru2-1.cdninstagram.com\" width=\"640\" \/\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cblockquote class=\"tr_bq\"\u003E“(…) O fim do império, a 25 de Abril de 1974, poderia ter sido o começo do diálogo sobre o que aconteceu desde o século XV, esse \u003Ci\u003Edia inicial inteiro e limpo \/ onde emergimos da noite\u003C\/i\u003E. Em vez disso, os demónios mais antigos foram empurrados para o fundo antes de virem à tona.\u003Cbr \/\u003ETodos os impérios são uma história da violência, caberá a cada um atravessar a sua para ser mudado. Quando isso não acontece o filho do que foi morto falará e o filho do que matou não conseguirá entendê-lo, porque o lugar do outro está por experimentar, nunca houve transformação. Quem teme deixar de ser quem é não vai saber quem foi nem quem vai ser. De olhos e ouvidos fechados aos espíritos, continuará a cobrir-se com as mesmas palavras.”\u003C\/blockquote\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: left;\"\u003EAlexandra Lucas Coelho,\u0026nbsp;\u003Ci\u003EDeus-dará\u003C\/i\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/feeds\/4199587391081425092\/comments\/default","title":"Enviar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/05\/racism-from-portugal.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/4199587391081425092"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/4199587391081425092"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/05\/racism-from-portugal.html","title":"O racismo de Portugal"}],"author":[{"name":{"$t":"sufragista"},"uri":{"$t":"http:\/\/www.blogger.com\/profile\/03430449942551113706"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$image":{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail","width":"32","height":"32","src":"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-nsoTae4alfc\/UIUk-0DT98I\/AAAAAAAABC0\/mcnGyL4wTNo\/s220\/sufragista-250.png"}}],"thr$total":{"$t":"0"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-11875602.post-8810126558363343737"},"published":{"$t":"2018-02-25T12:50:00.002+00:00"},"updated":{"$t":"2018-04-21T20:48:13.319+01:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"mec"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"portugal"}],"title":{"type":"text","$t":"A importância do politicamente correto"},"content":{"type":"html","$t":"\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/www.rtp.pt\/play\/p4131\/e332067\/fugiram-de-casa-de-seus-pais\" target=\"_blank\"\u003E\u003Cimg border=\"0\" data-original-height=\"448\" data-original-width=\"797\" src=\"https:\/\/cdn.sabado.pt\/images\/2017-12\/img_797x448$2017_12_05_18_43_42_271340.jpg\" \/\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: center;\"\u003E\u003Ca href=\"http:\/\/www.rtp.pt\/play\/p4131\/e332067\/fugiram-de-casa-de-seus-pais\" target=\"_blank\"\u003EFugiram de casa dos seus pais - Ep. 12\u003C\/a\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cdiv style=\"text-align: center;\"\u003E(ao minuto 13:20)\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Ca name='more'\u003E\u003C\/a\u003E\u003C\/div\u003ETranscrição (livre).\u003Cbr \/\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EBruno:\u003C\/b\u003E ... Nos dias de hoje, tem que se escolher muito bem, supostamente (não é que se deva)..., mas vivem-se tempos em que nos obrigam a escolher muito bem aquilo que nós estamos a dizer. A maneira como dizemos, a ironia com que dizemos (retirar as coisas do contexto)... que é a época do politicamente correto. Qualquer coisa que se diga é potencialmente ofensiva para qualquer pessoa.\u003Cbr \/\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EMiguel:\u003C\/b\u003E O politicamente correto é a antiga boa educação.\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EBruno:\u003C\/b\u003E Sim. O politicamente correto é um bom fundamento.\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EMiguel:\u003C\/b\u003E É uma coisa boa.\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EBruno:\u003C\/b\u003E É uma coisa boa, sim... mas na sua ideia-base. O politicamente correto tem como, chamemos-lhe princípio, defender aqueles que têm menos possibilidade de se defender.\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EMiguel:\u003C\/b\u003E Não. Eu acho o politicamente correto sempre um avanço, mas também um retrocesso à antiga boa educação. Por exemplo, esse cuidado que nós temos de ter agora, passa muito por perguntar: \"Como é que quer que eu o trate? ... Quer que o trate por Bruno?\" No mínimo. Isso é uma coisa antiquíssima. O que está errado hoje é quererem fingir que é uma coisa nova. Uma pessoa escolher o pronome, como é que o quer apresentar... a questão do género.\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EBruno:\u003C\/b\u003E A questão do género... é mais por aí. Não é tanto \"como é que quer ser tratado?\"... É muito fácil uma pessoa ser catalogada como racista ou homofóbica se for a escolha de palavras errada, hoje em dia.\u003C\/div\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cb\u003EMiguel:\u003C\/b\u003E\u0026nbsp;Mas lá está, já ser corrido já é uma grande generosidade. Corrigirem-nos já é muito generoso, porque têm mais que fazer...\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cb\u003EBruno:\u003C\/b\u003E\u0026nbsp;Pois, eu não sei se, nos tempos que correm, se é generosidade ou se é mesmo uma procura de uma ocupação...\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cb\u003EMiguel:\u003C\/b\u003E\u0026nbsp;Vamos lá ver, é assim: nós temos a obrigação de educarmo-nos a nós próprios sobre as coisas e sobre as minorias, etc. Tenho que pensar sobre saber o que é ser branco, portanto, sou previligiado em ser branco. Ando num carro e ninguém pensa que eu o roubei. Percebes? É mais fácil arranjar trabalho, é mais fácil nos restaurantes, é mais fácil tudo. Esse é o trabalho do dito politicamente correto, eu dizer: é branco, priviligiado, burguês... pá... só me sairam todos trunfos, a minha vida é ultra-facilitada. Não sou deficiente, etc. Esse privilégio... Isso é uma coisa muito antiga, antigamente chamava-se \"noblesse oblige\". É uma questão de injustiça. As pessoas arranjam muito nomes, mas é uma questão de injustiça. É injusto, que uma pessoa sendo negra, seja mais difícil arranjar um trabalho.\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003Cb\u003EBruno:\u003C\/b\u003E Claro. Mas nisso estamos inteiramente de acordo.\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EMiguel:\u003C\/b\u003E Eu lembro também de levar muita pancada quando dizia \"os portugueses\" em vez de \"os portugueses e portuguesas\"...\u0026nbsp;\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EBruno:\u003C\/b\u003E E qual é a tua posição em relação a isso? Achas que ainda bem que se chamou a atenção?\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EMiguel:\u003C\/b\u003E Agora, depois de muito pensar, acho que... compreendo que seja... castrante. Já, já... Mudei de opinião.\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EBruno:\u003C\/b\u003E E coisas como ter de haver o \"Cartão do Cidadão... e da Cidadã\"?\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EMiguel:\u003C\/b\u003E Acho que tudo o que seja o mais neutro do género, melhor.\u0026nbsp;\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EBruno:\u003C\/b\u003E A minha posição em relação a esse tipo de coisas é que acho que se foca nas coisas que podem chamar a atenção mas não necessariamente nas coisas que são fundamentais. Acho que é isso.\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EMiguel:\u003C\/b\u003E Sim, mas chamam a atenção para o facto dos homens terem mais poder do que as mulheres. Há um desfoque.\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EBruno:\u003C\/b\u003E Sim, claro, mas isso aí é um tema legítimo, claro.\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EMiguel:\u003C\/b\u003E Nós beneficiamos disso e portanto, usar a língua como sendo masculina para neutralizar é mau. Eu percebo que se diga: portugues\u003Cb\u003Eas\u003C\/b\u003E.\u0026nbsp;\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EBruno:\u003C\/b\u003E Claro, sim, também.\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EMiguel:\u003C\/b\u003E Uma coisa por exemplo, desgendrar a língua portuguesa: por exemplo, \"arquiteto\"... faltava sempre um neutro como noutras línguas, sendo \"arquiteto\", \"arquiteta\" depois um neutro que fosse... \"arquiteti\"... uma coisa assim. Sabes, uma coisa neutra.\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003Cdiv\u003E\u003Cb\u003EBruno:\u003C\/b\u003E Podemos começar hoje... \"arquiteti\".\u003Cbr \/\u003E\u003Cbr \/\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E\u003C\/div\u003E"},"link":[{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/8810126558363343737"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"https:\/\/www.blogger.com\/feeds\/11875602\/posts\/default\/8810126558363343737"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"https:\/\/www.sufragista.com\/2018\/02\/sobre-importancia-do-politicamente.html","title":"A importância do politicamente correto"}],"author":[{"name":{"$t":"sufragista"},"uri":{"$t":"http:\/\/www.blogger.com\/profile\/03430449942551113706"},"email":{"$t":"noreply@blogger.com"},"gd$image":{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail","width":"32","height":"32","src":"http:\/\/2.bp.blogspot.com\/-nsoTae4alfc\/UIUk-0DT98I\/AAAAAAAABC0\/mcnGyL4wTNo\/s220\/sufragista-250.png"}}]}]}});