Belize: Real love isn't ambivalent. I'd swear that's a line from my favorite best-selling paperback novel, "In Love with the Night Mysterious", except I don't think you've ever read it. Well, you ought to, instead of spending the rest of your life, trying to get through "Democracy in America." It's about this white woman whose daddy owns a plantation in the Deep South, in the years before the Civil War. And her name is Margaret, and she's in love with her daddy's number-one slave, and his name is Thaddeus. And she's married, but her white slave-owner husband has AIDS: Antebellum Insufficiently-Developed Sex-organs. And so, there's a lot of hot stuff going down, when Margaret and Thaddeus can catch a spare torrid ten under the cotton-picking moon. And then of course the Yankees come, and they set the slaves free. And the slaves string up old daddy and so on, historical fiction. Somewhere in there I recall, Margaret and Thaddeus find the time to discuss the nature of love. Her face is reflecting the flames of the burning plantation, you know the way white people do, and his black face is dark in the night and she says to him, "Thaddeus, real love isn't ever ambivalent."
Belize: I hate America, Louis. I hate this country. Nothing but a bunch of big ideas and stories and people dying, and then people like you. The white cracker who wrote the National Anthem knew what he was doing. He set the word free to a note so high nobody could reach it. That was deliberate. Nothing on Earth sounds less like freedom to me. You come with me to Room 1013 over at the hospital and I'll show you America. Terminal, crazy, and mean. I live in America, Louis. I don't have to love it. You do that. Everybody's gotta love something.
Louis: Everybody does.
A personagem do Harvey Keitel no filme Smoke (1995) de Wayne Wang, empregado de uma tabacaria numa esquina de Queens, NI, que fotografava todos os dias (religiosamente) essa mesma esquina, antes de abrir a loja.
Excerto final do filme "Tráfico" de João Botelho (1998)
A minha introdução à magia d'Os Desastres de Sofia. Um livro que foi uma recomendação literária da minha bisavó à minha avó materna para iniciar a minha mãe nas leituras, contou-me ela uma vez.
E a cópia que tenho: uma edição brilhante, do clássico da Condessa de Ségur com as ilustrações que Vieira da Silva fez sobre as ilustrações originais do livro, quando jovem.
Metáfora ou a tristeza virada do avesso
Catarina Vasconcelos
2013 / Portugal / 31 min
em streaming aqui
aniki bébé
aniki bóbó
passarinho tótó
berimbau, cavaquinho
salomão, sacristão
tu és polícia,
tu és ladrão.
Lenga-lenga de infâncias que não a minha, este filme, mais que da minha vida, parece fazer parte do meu ADN.
Esta série é mesmo uma coisa a sério. Pode não ser o melhor possível, mas é a melhor ficção possível agora em Portugal. É tão (mas tão) importante ficcionar um passado recente que só quando ele for muito longínquo é que o vamos perceber. Ficcionar a história é a única forma de a levar a sério, e de ela servir realmente para melhorar (e enriquecer) o presente. Com rock é ainda melhor.
Feminism means being accepted for who you are.
I wanted to be a wife and a mother.
I never gave anything up for being a mother or a wife.
It was what I wanted.
as minhas últimas ficções do coração:
a maravilhosa mildred pierce e a sua filha ingrata.
a família de downton abbey e os amores trágicos.
ando parada algures entre as duas guerras, num bolso do tempo. e com o entendimento que a depressão que vivemos agora é muito menos efémera do que nos parece.
a maravilhosa mildred pierce e a sua filha ingrata.
a família de downton abbey e os amores trágicos.
ando parada algures entre as duas guerras, num bolso do tempo. e com o entendimento que a depressão que vivemos agora é muito menos efémera do que nos parece.

Estes, dias, assaltam-me todas as minhas obsessões ao mesmo tempo. uma a seguir à outra:
- as músicas do fachada, todas, desde o primeiro albúm até ao último mais brilhante.
- os monólogos da harper (mary-louise parker) nos Anjos na América.
- a banda sonora (do filme) da Ópera do Malandro, os olhos da Claudia O'hana e a voz arrepiante da Elba Ramalho.
- a voz do Vincent Gallo a cantar "... are like summer" na Honey Bunny.
São vozes que me perseguem todos os dias, como aquele anjo que se metia nos sonhos tão reais do Prior. Para ficar a saber que é tempo de férias.
descobri recentemente — no meu estado de confusão intelectual — que consegui fazer uma correlação muito estranha, mas estranhamente coincidente: algo entre o final da última música do fachada e o final do último filme do harry potter.
não sei se o que me assusta mais é haver correlações entre estes mundos distantes ou a coincidência que lhes encontrei: "ninguém quer mais que ser pai babado" é o que diz o fachada. os adolescentes-feiticeiros pelos vistos também não querem mais.
não sei se o que me assusta mais é haver correlações entre estes mundos distantes ou a coincidência que lhes encontrei: "ninguém quer mais que ser pai babado" é o que diz o fachada. os adolescentes-feiticeiros pelos vistos também não querem mais.
vou ser rato do campo este fim-de-semana.
levo esta música no corpo e esta na cabeça para me saber apaixonada.
I hope to be with Pippi Långstrump in some months, playing with her and eating lot's of cake for breakfast.
Nessa altura já deverei escrever por aqui totalmente em inglês, ou então com tradução simultânea. Porque as línguas colam-se a nós quando pensamos com elas todo o dia. Entretanto vou tirar mestrado em tricot e já agora também em Design, que é o que interessa.
Por agora, é fazer figas até ao verão para, no fim do ano, conhecer o inverno mais frio de sempre.
o momento mais hippy da minha vida (recente) foi quando vi este filme e fui iluminada por esta música e por aquele grand finalle grandioso e burlesco com a hungry march band e o justin bond - the mistress of shortbus. é quase impossível não ensaiar a sensação de felicidade e prazer ingénuo depois deste filme. e também da esperança, que é aquilo sobre o que o filme fala. algo que fazia muito sentido em 2006, no rescaldo de um onze de setembro e de uma modernidade deprimida. faz ainda mais sentido agora.
Por isso fui ver esse fantástico justin bond, muito fabulous e glittery. eu gosto dessa nova iorque, da voz do justin bond, das fotos da nan goldin e da genialidade do antony. do anjos na américa e do shortbus. o mundo queer continua a fascinar-me. e a promover o desejo de uma sensação de liberdade sexual plena, de liberdade social e de uma identidade sexual livre, de preconceitos e de juízos.

















